
sábado, 6 de dezembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Um livro que TODOS deveriam ler...
Ela entrou naquele banheiro pesando 52kg. Saiu de lá pesando apenas 29...Uma estória (real) sobre o poder da fé. Para ler e chorar pelos povos do mundo.
Resenha:
Immaculée Ilibagiza era uma jovem ruandesa feliz e esperançosa. Adorava seu país, tinha uma família unida e respeitada e gostava de estudar. Em 1994, sua vida mudou completamente. Naquele ano, em apenas cem dias, mais de um milhão de ruandeses foram barbaramente assassinados num holocausto provocado por conflitos étnicos ancestrais entre tútsis e hútus, principais etnias do país africano. Os jovens hútus, que antes eram seus vizinhos, colegas de turma e até amigos, tomaram o poder e se transformaram em caçadores, treinados para matar os inimigos "como baratas", violar mulheres, esquartejar crianças e torturar todos os rivais que encontrassem pela frente. A jovem passou três meses confinada num banheiro minúsculo com mais sete mulheres famintas e aterrorizadas, sem condições mínimas de higiene, saúde e alimentação, lutando contra o desespero e ouvindo as vozes dos assassinos que queriam matá-la cruelmente. Em "Sobrevivi para Contar", da editora Fontanar, livro escrito em forma de depoimento ao jornalista Steve Erwin, Immaculée conta, sobretudo, como conseguiu sobreviver emocionalmente ao massacre de sua família, cujos detalhes inacreditáveis ela também revela em sua narrativa surpreendente.
Immaculée Ilibagiza era uma jovem ruandesa feliz e esperançosa. Adorava seu país, tinha uma família unida e respeitada e gostava de estudar. Em 1994, sua vida mudou completamente. Naquele ano, em apenas cem dias, mais de um milhão de ruandeses foram barbaramente assassinados num holocausto provocado por conflitos étnicos ancestrais entre tútsis e hútus, principais etnias do país africano. Os jovens hútus, que antes eram seus vizinhos, colegas de turma e até amigos, tomaram o poder e se transformaram em caçadores, treinados para matar os inimigos "como baratas", violar mulheres, esquartejar crianças e torturar todos os rivais que encontrassem pela frente. A jovem passou três meses confinada num banheiro minúsculo com mais sete mulheres famintas e aterrorizadas, sem condições mínimas de higiene, saúde e alimentação, lutando contra o desespero e ouvindo as vozes dos assassinos que queriam matá-la cruelmente. Em "Sobrevivi para Contar", da editora Fontanar, livro escrito em forma de depoimento ao jornalista Steve Erwin, Immaculée conta, sobretudo, como conseguiu sobreviver emocionalmente ao massacre de sua família, cujos detalhes inacreditáveis ela também revela em sua narrativa surpreendente.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Design - Experiências & Sensações

Ouvi falar em Karim Rashid pela primeira vez quando esteve no Brasil e participou do Fashion Marketing 2006. Um designer nascido no Egito, que vive nos EUA, e só veste rosa, branco ou prata.
Ele defende o "design democrático", em que é possivel produzir beleza por preço cada vez menor. Acredita que os objetos do dia-a-dia têm que ter um bom desenho, além de serem baratos e acessíveis. Chega a desenhar de 20 a 30 páginas por dia, e sonha um dia desenhar casas, carros, aviões, robôs.... o futuro.
Pois bem: Karim Rashid - maravilhoso - está com uma mostra de 80 peças, que fazem parte de sua primeira exposição retrospectiva no Brasil. A mostra está no Instituto Tomie Ohtake.
Vi algumas peças (por foto ). Prá quem entende que design é uma "experiência" e pode ser um mundo de "sensações", vale a pena ir conferir (Eu quero!)
Frase de Rashid:
"Design é sobre o aprimoramento de nossa vida poeticamente, esteticamente, experimentalmente, sensorialmente, e emocionalmente. "
"Karim Rashid - Arte e Design num Mundo Global"
Instituto Tomie Ohtake - av. Faria Lima 201, Pinheiros, São Paulo - tel. (11) 2245-1900
Quando: de 23/10 (abertura, 20h) a 04/01/2009, terça a domingo das 11h às 20h
Quanto: grátis
http://www.karimrashid.com/
segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser."
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser."
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Trash ou cult?
Nesta semana fiquei pensando em filmes antigos que me impactaram por algum motivo.
Lembro de um filme que me impressionou bastante na época do lançamento: Hellraiser - Renascido do Inferno, do diretor Clive Barker (1987). Não tive coragem de assistir todo, fechava os olhos em algumas cenas, porque sentia medo. MUITO MEDO. Há alguns meses decidi rever essa obra prima do terror (agora todinho, sem fechar os olhos!), e saí à caça de um exemplar em várias locadoras, até encontrar. Montei todo um esquema, com pipoca etc., chamei filhas pra verem comigo e avisei: óh, se preparem prá sentir MUITO MEDO. Apaguei todas as luzes prá rolar aquele clima de medaço. Claro que eu esqueci que 21 anos tinham se passado desde que assisti pela primeira vez, e que os efeitos especiais (tão bons na época! O que aconteceu???), agora eram o que chamam de trash. Bom, minhas filhas não entenderam muito bem meu conceito de “medo” (nem eu, nessas alturas...) e desistiram de assistir, assim, no meio do filme mesmo... mudei meu conceito e agora chamo de filme “cult”. Bom, tou abrindo um espaço para os filmes “cult” (de preferência, não necessariamente trash), que me marcaram.
Nesse primeiro “Cult Movie” apresento um marco dos “filmes-delírio”: "Videodrome - A Síndrome do Vídeo” (1983), direção e Roteiro de David Cronenberg, conhecido pela variedade de filmes polêmicos que fêz (e que muitos simplesmente amei - falarei de vários deles em breve, nos próximos posts “cult-movies”). Mas vamos lá ao Videodrome:

Lembro de um filme que me impressionou bastante na época do lançamento: Hellraiser - Renascido do Inferno, do diretor Clive Barker (1987). Não tive coragem de assistir todo, fechava os olhos em algumas cenas, porque sentia medo. MUITO MEDO. Há alguns meses decidi rever essa obra prima do terror (agora todinho, sem fechar os olhos!), e saí à caça de um exemplar em várias locadoras, até encontrar. Montei todo um esquema, com pipoca etc., chamei filhas pra verem comigo e avisei: óh, se preparem prá sentir MUITO MEDO. Apaguei todas as luzes prá rolar aquele clima de medaço. Claro que eu esqueci que 21 anos tinham se passado desde que assisti pela primeira vez, e que os efeitos especiais (tão bons na época! O que aconteceu???), agora eram o que chamam de trash. Bom, minhas filhas não entenderam muito bem meu conceito de “medo” (nem eu, nessas alturas...) e desistiram de assistir, assim, no meio do filme mesmo... mudei meu conceito e agora chamo de filme “cult”. Bom, tou abrindo um espaço para os filmes “cult” (de preferência, não necessariamente trash), que me marcaram.
Nesse primeiro “Cult Movie” apresento um marco dos “filmes-delírio”: "Videodrome - A Síndrome do Vídeo” (1983), direção e Roteiro de David Cronenberg, conhecido pela variedade de filmes polêmicos que fêz (e que muitos simplesmente amei - falarei de vários deles em breve, nos próximos posts “cult-movies”). Mas vamos lá ao Videodrome:

É um filme fantasioso e assustador como poucos. Considerado o mais destruidor da carreira de Cronenberg, é um filme pessimista e cheio de alucinações.
James Woods – o máximo, em início de carreira - é o empresário Max Renn e proprietário de uma pequena estação de televisão a cabo, conhecida por apresentar programas de sexo e violência em sua programação fora dos padrões. Um dia, ele recebe informação sobre a transmissão de um programa clandestino onde pessoas eram torturadas e assassinadas de verdade. Ao investigar a origem do programa, Max descobre que a transmissão é de um "show" de televisão chamado “Videodrome” (alguma coisa do tipo "Arena de vídeos"), uma experiência secreta cujo objetivo é transmitir imagens de violência que alteram as percepções de quem assiste, causando danos fatais no cérebro através de um tumor, e criando uma série de alucinações bizarras numa confusão mental entre realidade e fantasia. Não se sabe o que realmente acontece e o que é imaginação: tudo é passado como se realmente estivesse acontecendo (e está, do ponto de vista do personagem).
James Woods – o máximo, em início de carreira - é o empresário Max Renn e proprietário de uma pequena estação de televisão a cabo, conhecida por apresentar programas de sexo e violência em sua programação fora dos padrões. Um dia, ele recebe informação sobre a transmissão de um programa clandestino onde pessoas eram torturadas e assassinadas de verdade. Ao investigar a origem do programa, Max descobre que a transmissão é de um "show" de televisão chamado “Videodrome” (alguma coisa do tipo "Arena de vídeos"), uma experiência secreta cujo objetivo é transmitir imagens de violência que alteram as percepções de quem assiste, causando danos fatais no cérebro através de um tumor, e criando uma série de alucinações bizarras numa confusão mental entre realidade e fantasia. Não se sabe o que realmente acontece e o que é imaginação: tudo é passado como se realmente estivesse acontecendo (e está, do ponto de vista do personagem).
Well, espero que 25 anos depois ainda seja muito bom... vou comprar milho prá pipoca - de nuevo - procurar mais esta obra prima nas locadoras...e assistir ...mas sozinha dessa vez, claro....hehehe.
domingo, 19 de outubro de 2008
Carta de amor...vale a pena ver...
Essa é a carta de DEUS escrita especialmente para você. Traduzido do texto original da "Father´s Love Letter"..... Espero q esta mensagem toque no mais intimo do seu coração
(Todas as frases foram extraídas de versículos bíblicos.)
sábado, 11 de outubro de 2008
PONTO DE VISTA (retribuição)
Em meio às discussões sobre se o LHC - a máquina que supostamente recriará as mesmas condições do “Big Bang” (teoria da criação do universo) - poderá ou não criar um Buraco Negro, coisa que a economia mundial vem conseguindo fazer com muita destreza, encontramos notícias sendo muito mais acessadas na net, como: “Sandy conta como foi sua Lua de Mel”.
Talvez por esse motivo tantos acreditam quando Lula diz que “SE a crise econômica chegar ao Brasil, será como uma marola”. Somente no dia de hoje a BOVESPA teve duas paralisações (circuit breaker), e queda maior que outros 21 países.
Presidente, acorda....o Tsunâmi está às portas...
O lugar: uma tradicional escola dos Estados Unidos Quem: um professor não convencional (Mr. Keating)
O quê: conduz uma turma de alunos numa viagem através da Literatura, onde a maior aventura é a descoberta do quanto é importante estar vivo, quanto é maravilhoso pensar por si mesmo, ousar e sonhar.
Diálogo: Mr Keating: "Não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho.
Lemos e escrevemos poesia porque somos membros da raça humana e a raça humana está repleta de paixão. E medicina, advocacia, administração e engenharia são objetivos nobres e necessários para manter-se vivo.
Mas a poesia, beleza, romance, amor, é para isso que vivemos".
Me lembrei do trecho do filme, qdo o controverso professor (Mr. Keating) estava sendo demitido. Ninguém ficara a seu favor.
Enquanto recolhia seus pertences para deixar a escola, um dos alunos com ousadia se levanta, sobe em sua carteira e, em favor dele, declama o poema que o próprio professor ensinara.
Um a um, alguns outros alunos vão fazendo o mesmo, ficando corajosamente ao lado de quem acreditavam, mesmo sob o risco de retaliações por parte da escola e dos demais alunos.
O poema (e tradução)
O Captain my Captain! (a poem by Walt Whitman dedicated to Abraham Lincoln)
"O Captain my Captain! our fearful trip is done,
the ship has weathered every rack, the prize we sought is won,
the port is near, the bells I hear, the people all exulting,
O Captain! my Captain!
rise up and hear the bells; Rise up--for you the flag is flung for you the bugle trills,"
"Oh capitão! Meu capitão! nossa viagem medonha terminou;
o barco venceu todas as tormentas, o prêmio que perseguimos foi ganho;
o porto está próximo, ouço os sinos, o povo todo exulta,
Oh capitão! Meu capitão!
erga-se e ouça os sinos; Levante-se - por você a bandeira dança - por você tocam os clarins;"
Espero que, ao final de tudo, possamos dizer: "Nossa viagem terminou. O prêmio que perseguimos foi ganho."
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Diálogo
- Se vc se apaixonar por mim, e eu perguntar: "o quanto vc me ama?" O que responde?
- Do tamanho do Universo. Se eu estiver apaixonada, será assim.
- Do tamanho do Universo. Se eu estiver apaixonada, será assim.
terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez, é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!!!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!!!
Férias jan/2007 - tudo de bom!
Para minhas princesas, com amor
"Nunca deixe alguém dizer que não é querida
Antes de você nascer, Deus sonhou com você."
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